Saúde mental como prioridade
Tratar saúde mental como política pública de Estado, com ampliação dos CAPS, prevenção ao suicídio nas escolas e apoio psicológico a profissionais da segurança, saúde e educação.
Diagnóstico
Suicídio é a segunda causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos no Brasil. Em São Paulo, a demanda por atendimento psicológico e psiquiátrico explodiu no pós-pandemia. Profissionais de segurança pública, saúde e educação adoecem em silêncio. Os CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) estão sobrecarregados e ainda faltam em centenas de municípios.
O que propomos
- Expansão do financiamento federal para novos CAPS III e CAPS AD em cidades de médio e pequeno porte de SP.
- Programa nacional de prevenção ao suicídio nas escolas — protocolo obrigatório de acolhimento, formação de professores e canal direto de referência ao SUS.
- Apoio psicológico obrigatório e sigiloso para policiais, bombeiros, professores e profissionais de saúde, com contratação de equipes multiprofissionais.
- Linha 188 (CVV) reforçada com verba federal e integração ao SAMU.
- Telepsiquiatria pelo SUS para levar atendimento a áreas remotas.
Metas até 2030
- Reduzir em 30% a taxa de suicídio entre jovens em SP.
- Instalar 100 novos CAPS no estado.
- Atender 100% das escolas públicas com protocolo de saúde mental.
Financiamento
Fundo Nacional de Saúde, emendas parlamentares, recursos do FNDE (para escolas) e do Ministério da Justiça (para forças de segurança).
Competência do mandato federal
Autor e coautor de projetos de lei federais, emendas ao SUS e fiscalização do cumprimento da Lei 13.819/2019 (Política Nacional de Prevenção da Automutilação e do Suicídio).
Como acompanhar
Relatório trimestral com número de CAPS instalados, atendimentos realizados e indicadores de saúde mental por região.
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