Qualificação profissional para o novo mercado
Qualificar o trabalhador paulista para as vagas que já existem e sobram: tecnologia, indústria 4.0, logística, energia limpa e cuidados. Ninguém desempregado por falta de curso.
Diagnóstico
Há vaga sobrando e trabalhador precisando. O problema é o descasamento entre o que a economia demanda (tecnologia, indústria 4.0, logística, energia renovável, cuidados) e o que a força de trabalho paulista sabe fazer. Sem qualificação, o desemprego persiste mesmo com o mercado aquecido.
O que propomos
- Programa Nacional Qualifica SP: parceria União–Estado–Sistema S para 500 mil vagas/ano de qualificação profissional gratuita e certificada.
- Reformulação do PRONATEC com foco em setores de alta demanda (TI, energia, saúde, logística, indústria).
- Bolsa-qualificação para quem estuda e não pode trabalhar durante o curso.
- Reconhecimento de saberes: quem já trabalha na área ganha certificação sem repetir curso do zero.
- Integração com o SINE (Sistema Nacional de Emprego) para colocação imediata após certificação.
Metas até 2030
- 2 milhões de paulistas qualificados em 4 anos.
- Reduzir em 30% o tempo médio entre certificação e emprego formal.
- Elevar em 25% a renda média dos participantes.
Financiamento
FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), Sistema S, emendas parlamentares e recursos do MEC/MTE.
Competência do mandato federal
Fiscalizar aplicação do FAT em SP, autoria de projetos sobre qualificação profissional, emendas ao PPA.
Como acompanhar
Painel público de qualificados x empregados por região e setor.
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