Segurança

Prevenção com juventude e cultura

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Prevenir vale mais que remediar: esporte, cultura e primeiro emprego para tirar o jovem paulista do recrutamento do crime, com foco nas periferias e cidades de médio porte.

Diagnóstico

A cada jovem cooptado pelo crime, uma família destruída e um custo altíssimo para o Estado. Estudos mostram que o pico de vulnerabilidade é entre 12 e 24 anos. Investir R$ 1 em prevenção economiza R$ 7 em repressão. Mas os programas de esporte, cultura e primeiro emprego são os primeiros a sofrer cortes.

O que propomos

  • Programa Nacional Juventude Ativa: bolsa de R$ 400/mês para jovens de 15 a 21 anos em contraturno de esporte, cultura, tecnologia ou pré-aprendizagem, com corresponsabilidade escolar.
  • Ampliação do Programa Jovem Aprendiz, com incentivos fiscais para empresas paulistas que contratem em regiões vulneráveis.
  • Centros de Juventude em cada município de médio porte, com esporte, música, dança, audiovisual e biblioteca.
  • Editais permanentes de cultura periférica via Lei Paulo Gustavo e Aldir Blanc.
  • Programa nacional de esporte de rendimento em escolas públicas — descobrir e formar atletas paulistas.

Metas até 2030

  • 300 mil jovens paulistas atendidos por programas de prevenção.
  • Reduzir em 25% a taxa de reincidência criminal juvenil em SP.
  • 1 Centro de Juventude em cada município com mais de 20 mil habitantes.

Financiamento

Fundo Nacional da Criança e do Adolescente, Ministério da Cultura, Ministério do Esporte, emendas parlamentares.

Competência do mandato federal

Emendas ao orçamento da União, projetos de lei sobre políticas de juventude, fiscalização do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).

Como acompanhar

Painel público de jovens atendidos, com indicadores de evasão escolar e criminalidade juvenil por município.

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