Trabalho

Apoio ao pequeno empreendedor

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MEI e pequeno empresário são quem gera emprego em São Paulo: menos burocracia, crédito acessível, compras públicas prioritárias e proteção contra a concorrência desleal do gigante.

Diagnóstico

São Paulo tem 4,5 milhões de MEIs e mais de 2 milhões de micro e pequenas empresas — que juntas empregam mais gente que todas as grandes companhias somadas. Ainda assim, o pequeno enfrenta burocracia absurda, juros de agiota, dificuldade para vender ao poder público e concorrência desleal de gigantes internacionais que pagam menos imposto.

O que propomos

  • Simplificação real do Simples Nacional, com reajuste dos tetos que estão defasados há anos.
  • Crédito acessível: linha permanente do BNDES/Desenvolve SP para MEIs e pequenas, com juros civilizados e sem burocracia de garantia.
  • Compras públicas prioritárias: 30% das compras da União obrigatoriamente de pequenos negócios locais.
  • Combate à concorrência desleal do e-commerce internacional que não recolhe imposto.
  • Programa nacional de qualificação empresarial em parceria com SEBRAE.

Metas até 2030

  • Aumentar em 50% o acesso a crédito por MEIs paulistas.
  • Fazer com que 30% das compras federais em SP venham de pequenos negócios.
  • Reajustar o teto do Simples e do MEI conforme inflação acumulada.

Financiamento

Reorganização de fundos existentes (BNDES, FAT, FUNGETUR), sem novos impostos.

Competência do mandato federal

Autoria de projetos que alterem a Lei Complementar 123/2006 (Simples Nacional), emendas orçamentárias e fiscalização.

Como acompanhar

Relatório anual de compras federais por porte de empresa em SP.

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